O Pulsar da Nebulosa do Caranguejo

A Nebulosa do Caranguejo, é o resultado de uma estrela que explodiu e formou uma nebulosa em torno de si que é repleta de filamentos extremamente complexos. 

A estrela original tornou-se um pulsar e está no centro da nebulosa.

Só para lembrar um pulsar é uma estrela de nêutrons mais massiva que o Sol porém com o tamanho de uma pequena cidade, que gira entorno do seu eixo cerca de 30 vezes por segundo.

[Para comparar: a Terra leva cerca de 24 h para completar seu giro ou rotação.]

Fonte: Astronomy Picture of the Day
Crédito de imagem: NASA, ESA, J. Hester, A. Loll (ASU); Agradecimento: Davide De Martin (Skyfactory) 

http://apod.nasa.gov/apod/ap111225.html



Na imagem acima o pulsar está nitidamente visível no centro da nebulosa.

Várias observações feitas ao longo de vários meses pelo Observatório de Raios-X Chandra e pelo Telescópio Espacial Hubble capturaram a matéria e antimatéria sendo lançados em uma velocidade próxima a da luz pelo pulsar da Nebulosa do Caranguejo, uma estrela de nêutron de rotação rápida  do tamanho de Manhattan.

Fonte: Hubble Site/News Center
Crédito de imagem de raio-X: NASA/CXC/ASU/J. Hester et al.
Crédito de imagem ótica: NASA/HST/ASU/J. Hester et al.

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2002/24/text/



No centro desta imagem feita pelo Chandra, um pulsar, com apenas doze quilômetros de diâmetro, é responsável por esta nebulosa de raios-X que se estende por 150 anos-luz. 

Este pulsar está girando quase 30 vezes por segundo e tem um campo magnético em sua superfície estimada em 15 trilhões de vezes mais forte que o campo magnético da Terra. 

Esta combinação de rotação rápida e de um campo magnético ultra-forte lança um vento energético de elétrons e íons, formando a bela nebulosa vista pelo Chandra.

Fonte: Observatório de Raios-X Chandra 
Crédito: NASA / CXC / MSFC / M.Weisskopf et al

http://chandra.harvard.edu/photo/2011/crab/



Nesta nova imagem da Nebulosa do Caranguejo, a estrela de nêutrons, ou pulsar, está expelindo uma tempestade de partículas de alta energia, produzindo a nebulosa de raios-X em expansão. 

Na imagem os raios-X de baixa energia do Chandra são vermelho, raios-X de energia médias são verdes, e os raios-X de mais alta energia são azuis.

Fonte: Observatório de Raios-X Chandra

http://chandra.harvard.edu/photo/2014/15year/







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